Chelsea demite Liam Rosenior após colapso e agora Iraola surge como favorito para reconstrução
O Chelsea demitiu Liam Rosenior após uma sequência negativa de resultados que comprometeu seriamente as chances do clube na temporada. A decisão veio após derrotas consecutivas e uma crise ofensiva histórica, incluindo uma sequência de jogos sem marcar na Premier League e uma eliminação pesada para o PSG na Liga dos Campeões.
Futebol de Alto QI
4/22/20262 min read


O Chelsea chegou ao limite, após uma sequência desastrosa de resultados e uma crise ofensiva que já entra para a história do clube, a diretoria decidiu encerrar o ciclo de Liam Rosenior com menos de quatro meses no cargo. A derrota por 3 a 0 para o Brighton & Hove Albion foi apenas o capítulo final de um cenário que já vinha se deteriorando. O Chelsea hoje é um time sem identidade, com dificuldades claras no ataque e distante da disputa por vaga na Champions League.
Mais uma temporada que saiu do controle e os números ajudam a entender o tamanho do problema, 7 derrotas nos últimos 8 jogos, 5 jogos consecutivos sem marcar na Premier League (pior sequência desde 1912 e eliminação pesada para o Paris Saint-Germain por 8–2 no agregado. Mesmo com um elenco caro, o desempenho ficou muito abaixo do esperado. E isso escancarou algo que vem sendo repetido nos últimos anos:
E agora? Quem deve assumir o Chelsea
O trabalho de Iraola no AFC Bournemouth mudou completamente a percepção sobre o treinador, o que antes era uma aposta, virou referência, seu modelo de jogo é claro: pressão alta intensa (high press), transições rápidas, estrutura híbrida que alterna entre zona e marcação individual e foco em recuperar a bola no campo adversário
Dados mostram isso, um dos melhores índices de PPDA da liga, alto número de recuperações no terço final, muitos gols gerados após roubadas de bola. Além disso, sua equipe combina agressividade com organização algo que falta ao Chelsea hoje.
Claro que nem todo modelo é perfeito e tudo tem seu risco, o modelo de Iraola exige intensidade física extrema, jogadores disciplinados taticamente, tendo humildade e tempo para adaptação, algo que o Chelsea não deu ao Rosenior que tinha um contrato de 6 anos.
O Chelsea precisa de mais do que um treinador
Aqui está o ponto-chave, o próximo técnico não pode ser apenas “bom taticamente”, precisa ser líder forte, figura de comando e alguém capaz de reconstruir mentalidade, nos últimos anos, o clube apostou em perfis com potencial mas muitas vezes sem garantia de controle total do ambiente. Além de Iraola, outros nomes aparecem como possibilidades de perfil semelhante Cesc Fàbregas, Xavi Hernández e Filipe Luís
Todos com ideias modernas, mas ainda cercados por dúvidas em relação à experiência e liderança em alto nível, a demissão de Rosenior é só mais um capítulo de uma temporada caótica, agora, o próximo passo vai definir muito mais do que o restante do ano pode definir o futuro do clube, se a escolha for errada, o ciclo de instabilidade continua e for certa, pode ser o início de uma reconstrução real e hoje, tudo indica que o nome mais próximo desse cenário é Andoni Iraola.
